sexta-feira, 7 de agosto de 2026

Mil Citações sobre a ORAÇÃO: Frases sobre a oração em livro gratuito para download

 

Mil (e trezentas) citações sobre a Oração

 

Esta compilação de frases apresenta ao leitor um manancial de reflexões sobre a natureza e a prática da comunhão com o divino. São citações de teólogos, pastores, clérigos e pensadores de diversas épocas, enfatizando que a oração não é apenas um pedido, mas a essência da vida espiritual.

Em 2018 publicamos o livro (gratuito) Páginas de Ouro da Oração. Em suas 310 páginas, o livro busca cumprir o que seu título anuncia: Ele reúne esboços de sermões sobre a oração, ilustrações (pequenas histórias e reflexões), orações de grandes nomes da história do cristianismo e, entre outros recursos, uma coleção de nada menos que mil citações sobre o tema da oração.

O presente livro é na verdade um derivado de Páginas de Ouro, reunindo apenas suas citações – aquele milhar – acrescidas de mais 300. Assim, este tema central para a fé e a religião – não apenas cristã, diga-se e compreenda-se – é aqui esmiuçado.

Como dito, coligimos frases dos mais diversos tempos e autores, com ampla prevalência de autores cristãos e, dentre estes, notadamente autores protestantes. Uma obra como esta poderia bem compilar 10.000 citações; os livros, passagens e reflexões sobre a oração se multiplicam diariamente, ao longo desses dois mil anos de cristianismo. Mas acreditamos que o recorte destas mil e trezentas reflexões forma uma representativa e preciosa fonte de edificação, instrução e sabedoria, ampla, sem ser exaustiva.

No mais, tenha sempre em mente a reflexão de Leonard Ravenhill:

 

“Livros sobre oração são bons, mas não bons o bastante. Assim como os livros culinários são bons, mas inúteis a menos que haja comida para fazer, assim é com a oração. Podemos ler uma biblioteca inteira de livros sobre oração e não sermos nem um pouco poderosos na oração. Temos de aprender a orar, e temos de orar para aprendermos a orar.”

 

Este é um livro gratuito, para você ler e compartilhar.


PARA BAIXAR O ARQUIVO PELO SITE GOOGLE DRIVE, CLIQUE AQUI.

PARA BAIXAR O ARQUIVO PELO SITE BIBLIOTECA DE MISSÕES, CLIQUE AQUI.

PARA BAIXAR O ARQUIVO PELO SITE GOOGLE PLAYSTORE, CLIQUE AQUI.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

NOVO DEVOCIONAL: 21 Dias buscando a sabedoria no livro de Daniel (impresso e e-book)

 

Este devocional foi elaborado para guiar a leitura do livro do profeta Daniel em 21 dias, convidando o leitor a mergulhar em oração e reflexão diária. Cada capítulo apresenta o texto bíblico, observações espirituais e comentários que servem como complemento, sem jamais substituir a ministração do Espírito Santo. 

Embora o livro de Daniel seja marcado por revelações escatológicas e debates sobre autoria, contexto histórico e interpretações, o propósito central deste devocional é conduzir a uma experiência de edificação espiritual e prática cristã. Além das meditações, o material oferece pesquisas históricas e teológicas que enriquecem a compreensão do cenário vivido por Daniel, fortalecendo o estudante da Palavra de Deus em sua fé e conhecimento.

Escrito pela historiadora Érika Gomes, 21 Dias Buscando a Sabedoria no livro de Daniel mescla, de uma forma toda especial, a profundidade do estudo bíblico e escatológico com a leveza do devocional.

O livro está disponível em formato impresso e eletrônico (e-book).

e-book pode ser adquirido na Amazon (clique aqui) ou na play store do Google (clique aqui).

O livro impresso pode ser adquirido no site da Editora Uiclap, clicando aqui.


terça-feira, 31 de dezembro de 2024

Jesus era da Palestina ou da Judeia? Descubra a verdade


Por uma questão ideológica e até mesmo antissemita, muitos têm promovido a falsa ideia de que Jesus era “palestino”, no sentido de que não havia naquela época uma Judeia, mas toda aquela região era nomeada Palestina. Muitos citam até fontes, distorcendo a seu favor as informações. Neste vídeo, uma historiadora cristã rebate tais falácias, demonstrando, através de fontes históricas contemporâneas a Jesus, que o termo Judeia era também largamente empregado.


domingo, 4 de setembro de 2022

"Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte" (Salmo 23.4)

Mesmo que o Senhor nos conduza a lugares repletos de profundas tribulações, tal como o vale da sombra da morte, diz o salmista que Sua Presença é suficiente para dissipar todo o medo, uma vez que a Luz e a vida estão garantidas na Presença de Deus, por toda a Eternidade.

O vale descrito por Davi era uma região de tormentos e de ser rondado pela morte, segundo está escrito. Um lugar provavelmente sombrio, onde havia riscos de vida. Um lugar de profunda ausência de Deus nos detalhes, pois tudo deveria ser hostil e sem boas pessoas ao redor. Davi estava dizendo que o Senhor Deus - que habita na Luz inacessível - as vezes nos conduzirá em territórios sem nenhuma luminosidade, espiritualmente falando. Nessas horas, deveremos olhar para nós mesmos e fazermos uma avaliação de onde está Deus, porque talvez Sua Presença, aos nossos olhos humanos, não esteja perceptível. O cenário pode ser absolutamente desfavorável e nessas circunstâncias precisamos admitir a necessidade de enxergarmos através da fé, para que essa trajetória não seja tão desconfortável. Não estamos sós, a autoridade do Altíssimo socorre àqueles que são dEle, decretando a proteção e ordenando que a morte fique bem distante.

Davi está dizendo que nem sempre a grama estará verdejante e as águas estarão calmas. Existem rotas difíceis, terrenos secos, vales tenebrosos. Davi referiu-se a um lugar sem vida, uma estrada repleta de perigos, onde a caminhada é solitária e longa e onde o cansaço e o medo são constantes. A sensação nesse caminho é de instabilidade e ausência de certeza de chegar ao outro lado. Porém, Davi colocou-se como uma ovelha guiada pelo Pastor, totalmente consolado pelos sinais de seu cuidado e Amor: a vara e o cajado.

Na tradição judaica, a estrada poderia ser um caminho entre Jerusalém e Jericó. No livro de Jó, a palavra para "sombra da morte" (tsalmaveth) foi empregada com o sentido de morte literal, sepultura, lugar de trevas intensas. O profeta Isaías mencionou a terra da Galileia como sendo um local de "sombra da morte", que seria poderosamente visitada pelo Príncipe da paz:

"Mas para a terra que estava aflita não continuará a escuridão. Deus, nos primeiros tempos, tornou desprezível a terra de Zebulom e a terra de Naftali, mas, nos últimos tempos, tornará glorioso o caminho do mar, além do Jordão, Galileia dos gentios. O povo que andava em trevas viu grande luz, e aos que viviam na região da sombra da morte resplandeceu-lhes a luz." (Isaías 9. 1-2)

Estes dois exemplos citados parecem possuir dois aspectos diferentes, um de morte física e outro de morte espiritual. Mas em ambos conceitos, a realidade é uma só: medo, perigo, morte e trevas. O que faz toda a diferença? O menino que nos nasceu numa manjedoura e nos deu acesso ao Pai da Eternidade, ao Altíssimo, ao Onipotente, Àquele que tem as chaves de Davi - e que quando abre portas, ninguém pode fechar; e que quando as fecha, ninguém consegue abrir. Ele venceu a morte por nós e tem poder para detê-la, pois é o dono de nossos dias.

Quando a nossa vida está diante de Deus e somos direcionados por Ele precisamos sentir essa tranquilidade de Davi e vermos os sinais da Presença de Deus. Não podemos ver esse Pastor face a face, pois ainda é tempo de o vermos por enigmas; mas precisamos crer nos sinais e estarmos sensíveis à Sua Voz e à Sua Presença. Precisamos detectar a origem de nossos temores, porque a fé nos dá paz, a Presença nos acalma a alma, a vara nos direciona e o cajado nos põe no lugar seguro. Nosso Pastor é responsável. Se Ele nos levou para uma terra inóspita, deserta, seca e ameaçadora para nossa existência, Ele está no controle.



sexta-feira, 8 de abril de 2022

Jesus morreu mesmo em uma sexta-feira?


  Claro que a data correta da morte de Jesus não faz diferença, a nível de salvação. Esse dado é apenas relevante quando alguém nos questiona a respeito do sinal apontado por Jesus nesta passagem:


O Sinal de Jonas

"Então alguns dos fariseus e mestres da lei lhe disseram: "Mestre, queremos ver um sinal miraculoso feito por ti." Ele respondeu: "Uma geração perversa e adúltera pede um sinal miraculoso! Mas nenhum sinal lhe será dado, exceto o sinal do profeta Jonas. Pois assim como Jonas esteve três dias e três noites no ventre de um grande peixe, assim o Filho do homem ficará três dias e três noites no coração da terra. Os homens de Nínive se levantarão no juízo com esta geração e a condenarão; pois eles se arrependeram com a pregação de Jonas, e agora está aqui o que é maior do que Jonas." (Mt 12.38-41)

   Sem um exame minucioso esse trecho aparenta uma razoável contradição; seria impossível a Jesus ter cumprido esse sinal, caso ele tivesse morrido realmente na sexta e ressuscitado no Domingo. No entanto, vamos aos detalhes nas narrativas dos Evangelhos:

  • Primeiro ponto:
  O calendário lunar dos hebreus era, e ainda é, diferente do calendário gregoriano.  A data da Páscoa possui uma regra ligada ao dia da saída do povo no Egito. De acordo com as instruções bíblicas, a Páscoa (Pessach) deveria ser comemorada em 14 de Nissan, o primeiro mês do calendário judaico (Ex 12.18). Todos os anos os judeus comemoram essa festividade exatamente no dia estipulado por Adonai, o que não corresponde aos dias do ano do nosso calendário. 

   Por acaso a preparação da Páscoa judaica em 2022 será realizada numa sexta-feira, dia 15 de Abril do  calendário gregoriano; no calendário judaico eles estarão no dia 14 de Nissan do ano 5782. E o Sábado de Páscoa judaico,15 de Nissan, cairá no Sábado do calendário gregoriano. No entanto, em 2021, a preparação caiu no dia 27 de Março, num sábado; e, o Sábado de Páscoa caiu no domingo.

   Outro fator importante no calendário judaico é que o dia inicia com o pôr-do-sol. Porque para os judeus conta o momento em que a luz do dia se vai, então o dia termina. Sendo assim, os dias começam por volta das 18hrs, diferente dos nossos dias que iniciam após a meia-noite.

  Essa é uma informação indispensável para compreender o que estava acontecendo na ótica e na cultura judaica, na qual nasceu e viveu Jesus.

  • Segundo ponto
    Dito isto, passemos ao "dia da Preparação". Conforme os relatos de Lucas 23.52-54 e Marcos 15.42-43, Jesus morreu no dia da preparação, antes do sábado de Páscoa, pois era um feriado no qual não seria possível fazer o sepultamento.

   "E quando já era tarde, porquanto era o dia da preparação, isto é, a véspera de sábado. Chegou José de Arimateia, senador honrado [membro ilustre do Sinédrio], que também esperava o Reino de Deus, apresentou-se corajosamente a Pilatos e pediu-lhe o corpo de Jesus." 

  Este dia da preparação era o dia anterior ao sábado de Páscoa. Cumpre relembrar a possibilidade deste dia não ter sido uma sexta-feira do calendário gregoriano, devemos observar o costume do povo hebreu e não o nosso.

  • Terceiro ponto:
  O dia "após o sábado", foi um dia no qual as mulheres foram fazer compras para a unção do corpo de Jesus, conforme o relato de Marcos 16.1-2:

"E, passado o sábado, Maria Madalena, e Maria, mãe de Tiago, e Salomé, compraram aromas para irem ungi-lo. E, no primeiro dia da semana, foram ao sepulcro, de manhã cedo, ao nasceu do sol."

  Nota-se que elas foram comprar aromas no dia após o sábado da Páscoa, mas esse não era o Domingo. Quando elas se dirigiram ao sepulcro, no primeiro dia da semana, foi que descobriram que Jesus já havia ressuscitado. Logo, são dias diferentes. Lembrando que o domingo dos judeus começa no sábado às 18hrs. O que revela ser impossível elas terem ido no Sábado fazer compras, pois era proibido comprar no feriado. Também não teriam conseguido comprar aromas no Domingo tão cedo, logo ao nascer do Sol. João 20.1 ainda aponta que elas chegaram no sepulcro ainda estava escuro:

"E no primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao sepulcro de madrugada, sendo ainda escuro, e viu a pedra tirada do sepulcro."

  Não é uma contradição dos textos. Simplesmente, analisando essas informações, se houve um dia após o Sábado de Páscoa no qual elas fizeram compras, não poderia ser o domingo. Era um dia normal da semana corrente, pois neste caso o dia 14 de Nissan caiu num dia da semana comum. Isso é verificado com os trechos seguintes:

"E era o dia da preparação, e amanhecia o sábado. E as mulheres, que tinham vindo com ele da Galileia, seguiram também e viram o sepulcro, e como foi posto o seu corpo. E, voltando elas, prepararam especiarias e unguentos; e no sábado repousaram, conforme o mandamento." (Lc 23.54-56)


  Destarte, fica muito claro que havia um dia livre entre o Sábado de Páscoa e o sábado comum da semana, que só poderia ter sido a sexta-feira. O que forçosamente demonstra que o Sábado de Páscoa do ano da morte de Yeshua foi comemorado numa quinta-feira da semana. E o dia da Preparação foi numa quarta-feira.

   Tendo nosso Senhor Jesus padecido à hora nona do dia da Preparação (três horas da tarde de 14 de Nissan), foi sepultado ainda antes que este dia acabasse; ou seja, antes do romper do sol.